Amassadeira em madeira, sobre a qual está um naperon de linho, e a meio uma terrina em louça branca e azul.

Só aqui se come assim.

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Uma rede de tabernas à sua espera no Alto Tâmega
Em Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira da Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar há pequenas vilas, pequenas aldeias, às vezes casas isoladas onde a memória da grande gastronomia popular se mantém bem viva e à sua espera, recriada por cozinheiros e cozinheiras de mão-cheia, cada uma com os seus segredos, cada uma com uma maneira muito própria de lhe desejar Bom Proveito.
Paisagem de arbustos baixos, com céu azul e algumas nuvens, na Serra do Larouco. Ao centro está um pastor com o seu cão de grande porte. O cão e o pastor olham-se enternecidos.
Um homem no meio de um milharal, no qual as plantas são bastante mais altas do que ele.
Paisagem com montanhas em fundo, em Coutos de Dornelas. Em segundo plano, lameiros verdejantes, ladeadas com muros de pedras soltas. Uma estrada serpenteia-se à esquerda.

No Alto Tâmega há paisagens de cortar a respiração, locais onde o alcatrão não vai, recantos que a própria estrada nunca visitou.

Sempre centradas em convidativas cozinhas com a sua lareira e o seu pote, as Tabernas do Alto Tâmega são uma proposta única no Mundo para a preservação e apresentação de produtos certificados da terra, em casas típicas da região onde pode reservar uma refeição inesquecível. Como pretexto para juntar a família e sempre que um amigo puxar outro amigo, este fizer o mesmo com outro, até que acabam todos à volta de uma mesa. A nossa.
Mulher jovem a servir comida fumegante de um tacho para um prato com uma concha
Uma proposta
única
no mundo.
Pote de ferro com três pés, ao lume num fogo aceso.